Meninaterça-feira, 14 de dezembro de 2010
Mais música..., essa, fiz nos meus tempos na Banda de Forró Universitário!
MeninaMenina que vem ao forró não é mais criança,
Já dança e faz coração apaixonar.
Dançando este xote coladinho,
Girando deixa seu perfume pelo ar.
Menina que vem ao forró não é mais criança,
E sabe muito bem o que ela quer.
Encanta do modo que ginga e que balança,
Graça de menina e força de mulher.
Menina que vem ao forró não é mais criança,
É flor de liz semeada ao luar.
Tem olhos que são verdadeiros diamantes,
Que brilham e soltam faíscas ao dançar.
Menina, menina mulher...,
Menina que dança o baião,
Menina que sabe dançar...!
P.S.: Fiz essa musiquinha nos idos de 2005, quando ir ao KVA dançar ao som de Forróçacana ainda era possível.
O KVA fechou, o forróçacana se desfez mas, a lembrança e saudade estão sempre presentes.
sábado, 11 de dezembro de 2010
ESTOU VOLTANDOOOO!!!
Já dizia a Sacra Escritura que "o bom filho à casa torna", eis que regressei ao meu tão preterido blog, agora, com a promessa de não mais ausentar-me daqui, nem de mim que me sou tão grato por ser poeta!
Queridos amigos, deixarei aqui algumas partes do meu eu mais profundo..., divirtam-se, chorem, sorriam, cantem, enfim, multipliquem a poesia que existente em cada um de nós!!!
"O POETA NÃO MORREU, FOI AO INFERNO E VOLTOU"
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Memoriais...
Quando acreditamos que tudo está resolvido, que as mágoas de outrora restam passadas..., eis que surge, como um círio, a lembrança dorida do "ente" que tanto amamos, ou melhor, amávamos...!!! Aliás, amávamos? Amamos? Nada é certo neste aspecto!
E assim, começamos a pensar no que acontecera, no que se tornara a pessoa com quem tantas coisas idealizamos e que, agora, caminha, estranhamente, aos nossos olhos, ao lado de outro alguém...
Lágrimas guardadas, palavras não ditas, nos vãos da saudade, brotam em nossos rostos de caverna e, como ácido, nos corta, sangra, deixa marcas profundas que jamais cicatrizarão.
Eis a grande dança dos porquês..., tantas situações, quantas...!?!?!
Após o turbilhão..., a calmaria, mesmo irreal, vem e nos toma como fiéis, deixando-nos apáticos novamente, depois de guardarmos na velha cômoda os sentimentos jamais esquecidos.
P.S.: Escrito por mim no dia 01 de junho de 2009.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
O que fazer quando a luz decidida, enfim, se apagar?
E das margens da escuridão surgirem novos seres...,
Íncubos que vagam a gritar suas fúrias,
Acabando com a pureza das esferas,
Buscando no coração dos poetas, a amada..., última.
O que fazer?
Lutar pela luz já decorrida,
Não mais pertencente à esta vida?
O que..., fazer?
Deixar então de deixar o então correr, a revelia?
Buscar a pureza de um amor que ainda existe?
Existe? É triste..., perceber que já morrera.
Luiz Flávio von Sonnleithner Florênccio Silva
terça-feira, 23 de junho de 2009
Reveillon 2009
Tenho amigos que não sabem oquanto são meus amigos.Não percebem o amor que lhesdevoto e a absolutanecessidade que tenho deles.A amizade é um sentimento maisnobre do que o amor,eis que permite que o objeto delase divida em outros afetos,enquanto o amor tem intrínseco o ciúme,que não admite a rivalidade.E eu poderia suportar,embora não sem dor,que tivessem morrido todos osmeus amores, mas enlouqueceriase morressem todos os meus amigos!
Até mesmo aqueles que não percebemo quanto são meus amigos e o quantominha vida depende de suas existências ….A alguns deles não procuro, basta-mesaber que eles existem.Esta mera condição me encoraja a seguirem frente pela vida.
Mas, porque não os procuro comassiduidade, não posso lhes dizer oquanto gosto deles.Eles não iriam acreditar.Muitos deles estão lendo esta crônicae não sabem que estão incluídos nasagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sintaque os adoro, embora não declare enão os procure.E às vezes, quando os procuro,noto que eles não temnoção de como me são necessários,de como são indispensáveisao meu equilíbrio vital,porque eles fazem partedo mundo que eu, tremulamente,construí e se tornaram alicerces domeu encanto pela vida.
Se um deles morrer,eu ficarei torto para um lado.Se todos eles morrerem, eu desabo!Por isso é que, sem que eles saibam,eu rezo pela vida deles.E me envergonho,porque essa minha prece é,em síntese, dirigida ao meu bem estar.Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.Por vezes, mergulho em pensamentossobre alguns deles.
Quando viajo e fico diante delugares maravilhosos, cai-me algumalágrima por não estarem junto de mim,compartilhando daquele prazer …Se alguma coisa me consomee me envelhece é que aroda furiosa da vida não me permiteter sempre ao meu lado, morandocomigo, andando comigo,falando comigo, vivendo comigo,todos os meus amigos, e,principalmente os que só desconfiamou talvez nunca vão saberque são meus amigos!
A gente não faz amigos, reconhece-os.
(Vinícius de Moraes)
Até mesmo aqueles que não percebemo quanto são meus amigos e o quantominha vida depende de suas existências ….A alguns deles não procuro, basta-mesaber que eles existem.Esta mera condição me encoraja a seguirem frente pela vida.
Mas, porque não os procuro comassiduidade, não posso lhes dizer oquanto gosto deles.Eles não iriam acreditar.Muitos deles estão lendo esta crônicae não sabem que estão incluídos nasagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sintaque os adoro, embora não declare enão os procure.E às vezes, quando os procuro,noto que eles não temnoção de como me são necessários,de como são indispensáveisao meu equilíbrio vital,porque eles fazem partedo mundo que eu, tremulamente,construí e se tornaram alicerces domeu encanto pela vida.
Se um deles morrer,eu ficarei torto para um lado.Se todos eles morrerem, eu desabo!Por isso é que, sem que eles saibam,eu rezo pela vida deles.E me envergonho,porque essa minha prece é,em síntese, dirigida ao meu bem estar.Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.Por vezes, mergulho em pensamentossobre alguns deles.
Quando viajo e fico diante delugares maravilhosos, cai-me algumalágrima por não estarem junto de mim,compartilhando daquele prazer …Se alguma coisa me consomee me envelhece é que aroda furiosa da vida não me permiteter sempre ao meu lado, morandocomigo, andando comigo,falando comigo, vivendo comigo,todos os meus amigos, e,principalmente os que só desconfiamou talvez nunca vão saberque são meus amigos!
A gente não faz amigos, reconhece-os.
(Vinícius de Moraes)
Saudade..., palavra imorredoura dos dias que não voltam mais...
Faço minhas, as palavras que seguem....
Adeus...,
Vou pra não voltar
E onde quer que eu vá
Sei que vou sozinho...
Tão sozinho amor,
Nem é bom pensar
Que eu não volto mais
Desse meu caminho...
Ah, pena eu não saber,
Como te contar
Que o amor foi tanto,
E no entanto eu queria dizer...,
Vem...
Eu só sei dizer,
Vem...
Nem que seja só
Pra dizer adeus...
(Edu Lobo e Torquatinho)
domingo, 29 de março de 2009

Quem sou eu?
Bom, eu sou alguém que ama o amor. Na verdade, amo a soma de todos os amores, ou seja, o amor do homem pela mulher, da mulher pelo homem, da mulher pela mulher, do homem para com o homem e o amor do ser humano pela comunidade de seus semelhantes. Eu amo o amor!!!
O amor paixão, o amor que constrói para a eternidade, o mais precário, o mais rigoroso, certamente, o mais doloroso. Esse amor é o único que tem a dimensão do Infinito.
Sou, de fato, um homem muito sozinho ou, pelo menos, tenho um sentimento muito agúdo da solidão.
A alegria não é um sentimento nem uma atmosfera de vida nada curiosa, nada criadora.Eu só sei criar na dor e na tristeza, mesmo que as coisas que resultam sejam alegres. Não me considero um poeta negativo, quer dizer, eu não deprimo o ser humano. É por isso que acho que estou vivendo num momento de equilíbrio infecundo do qual estou tentando me libertar.
O paradigma máximo, para mim, seria a calma no seio da paixão. Mas, não sei se é um ideal humanamente atingível.Eu anseio alcançar a calma no anseio da paixão. Se a felicidade existe, eu só sou feliz enquanto me queimo e, quando a pessoa se queima, não é feliz...
A própria felicidade é dolorosa!!!
Enfim..., eu sou eu em busca de mim!!!
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