domingo, 29 de março de 2009


Quem sou eu?

Bom, eu sou alguém que ama o amor. Na verdade, amo a soma de todos os amores, ou seja, o amor do homem pela mulher, da mulher pelo homem, da mulher pela mulher, do homem para com o homem e o amor do ser humano pela comunidade de seus semelhantes. Eu amo o amor!!!

O amor paixão, o amor que constrói para a eternidade, o mais precário, o mais rigoroso, certamente, o mais doloroso. Esse amor é o único que tem a dimensão do Infinito.

Sou, de fato, um homem muito sozinho ou, pelo menos, tenho um sentimento muito agúdo da solidão.

A alegria não é um sentimento nem uma atmosfera de vida nada curiosa, nada criadora.Eu só sei criar na dor e na tristeza, mesmo que as coisas que resultam sejam alegres. Não me considero um poeta negativo, quer dizer, eu não deprimo o ser humano. É por isso que acho que estou vivendo num momento de equilíbrio infecundo do qual estou tentando me libertar.

O paradigma máximo, para mim, seria a calma no seio da paixão. Mas, não sei se é um ideal humanamente atingível.Eu anseio alcançar a calma no anseio da paixão. Se a felicidade existe, eu só sou feliz enquanto me queimo e, quando a pessoa se queima, não é feliz...

A própria felicidade é dolorosa!!!

Enfim..., eu sou eu em busca de mim!!!

Nenhum comentário: